Mas o bom da festa higgins � quando um moribundo pede para falar com voc�. E na despedida voc� diz: morra em paz. Isso j� fiz. N�o me arrependo. A pessoa sofria e precisava de paz. Mas o melhor mesmo � ser peixe e poder voar, sendo p�ssaro mergulhar e ficar um tempo na profundidade. Tamb�m � bom ir para diamantina breijeirar. Ali�s como � brejeiro brejeirar!!! Dizem que o �bvio � obtuso. Eu o vejo como simples. � o c�mulo da simplicidade. � devolver o sentido ao sentido. Sem traquinagens das figuras metaf�ricas da linguagem. Uuuffffaaaa!!!!!
Quando as mulheres daqui se re�nem para fazer quitandas ( biscoitinho de nata de araruta, agora que � �poca de goiabas � doce, goiabada, licor, torresmos, torresmos � m�o cheia, para a quinzena, para o m�s, para o marido petiscar com a cacha�a... e muitos etceteras,) a vida das pessoas � passada a limpo. E quando algum filho mais astucioso grita � m�e to rachando o bico, ou um pe�o avisa da janela da cozinha � dona � preciso falar com seu Celso pra dar um jeito nas vacas porque o leite s� dimin�i, e voc� pega a mania dos erres que sa�ram desembestados da porteira paulista e ainda sibila nos esses como carioca e como uma amiga minha faz , cutuca o outro e sempre pergunta, pois � n� mesmo? E usa de uma serenidade que obra o pensamento dos outros em perguntas: parece a Virgem Maria? No fog�o de lenha fazendo quitutes para o minino jesuszinho? E a crian�ada do lugar, mais as galinhas v�m ciscar por perto,
Voc� fica a par de quem t� prenha se algum marido est� pulando a cerca que mulher cruz credo, mulher que faz quitanda nem se atreve a olhar de lado, s� de leve para saber se as cadeiras da menina do Z� cresceram, sinal de que ela deu um mal passo. Sobe a ladeira para ir � missa. E toma ben��o pro padre. Minha filha nem te conto; n�o � que o Tomazinho cismou de relar a m�o da cara do Chico e foi uma fu�anssa s�? Houve faca e tudo. Ouvi a conversa na sala e fiquei assuntando. Quando o homem tava dormindo perguntei a ele e � batata, sempre me responde. O Tomazinho � um monte e o Chico sempre no �ltimo de chique j� viu no que podia dar! E deu.
E comadre Inh� n�o conseguiu tirar pintinhos dos ovos, e um mund�o de ovo, que ela botou nas galinhas para chocar. Eu avisei: � tempo de trovoada , vai gorar tudo. Teimosa, que queria tirar a ra�a daqueles frangos da coitadinha da Cec�lia, lembra que ela perdeu o galinheiro e todos os gansos na �ltima enchente das goiabas, que a �gua deve de ter levado um pouco concordo, mas o resto foi m�o de homem. E a coitadinha, desgostosa, deu pra ela os ovos. Que n�o queria saber mais de cria��o. Tamb�m com o pre�o do milho! t� tudo pela hora da morte... Onde j� se viu um bezerro de dois meses, ainda precisando do cuidado da vaca ser vendido por trezentos reais? Eles sempre p�em a culpa nas �guas na on�a, na gasolina, nas guerras l� de fora arre trem! Eu heim.....
Em Diamantina vivia Helena Morley que escreveu o livro �Minha vida de menina� vertido para o ingl�s pela Elizabeth Bishop. Helena conta a vida da fam�lia e dos ca�adores de diamantes (da� diamantina) dos faiscadores, cidade de subsolo rico. E mostra como era a vida das mulheres, � uma hist�ria do cotidiano entre 1893 e 1895. Mas cacha�a da boa higgins, te juro que n�o tem igual � a que o Dr. Luizinho faz, aqui em Caxambu e deixa envelhecer sete anos, conta de mentiroso, mas � verdade em barril de carvalho. Esse livro foi editado pela Companhia das Letras. Vale a pena ler. Al�m do mais, l� pelas bandas tem Mariana e Ouro Preto. Em Mariana ficava a casa da Elizabeth Bishop. O tempo que ela morou no Brasil depois que saiu de Samambaia a casa da Lota de Macedo Soares l� em Petr�polis, ou Teres�polis, esqueci. L� pelas bandas onde a Ruth Cardoso gostava de ficar de vez em quando. Conversando com intelectual. E a gente aqui preocupada com ovo que gora, patinho que morre de frio no lago, de tanta chuva e os raios e trov�es que ontem estouraram uma l�mpada c� de casa. Fez plec e apagou.
terça-feira, janeiro 28, 2003
domingo, janeiro 26, 2003
resolvi que agora sou p�ssaro. voarei. exitem tantos lugares que gostaria de ver... sendo p�ssaro poderei ir no ver�o para um lugar no inverno para outro
e depois eu viro peixe. quando sentir calor. poder mergulhar. ver o mar o �mago do mar olhar com olhos de peixe, voar com asas de p�ssaro cada um com um modo de olhar que n�o o meu
do meu cansei. h� muito tempo olho com meus olhos. preciso ver com outros, os seus por exemplo, se voc� me empresta para dar uma volta eu juro que vou s� at� a esquina com seus olhos e os devolvo sem suor ou l�grimas, enxutos.
ou ent�o vou me tornar em cavalo. em cavalo mesmo. n�o em �gua s� porque sou mulher. mas cavalo � rufi�o, �gua mais comportada, e tem de cuidar da cria, cavalo sem brid�o selvagem correndo solto
ou ent�o quero ser �guia. pousar l� em cima e com olhos de �guia vigiar o em torno. eu quero ser onda ter gosto de sal e espraiar em espumas. aaaah! como eu desejo eu quero vir a ser, ainda neste tempo que me resta, qualquer outra forma que n�o eu, para quando a mim voltar ter certeza de que existe muito mais al�m da minha percep��o e que sem falta, com urg�ncia, eu preciso retornar. de outra forma, em outra marca. diversa propor��o. talvez formiga. quem sabe tamadu�
e depois eu viro peixe. quando sentir calor. poder mergulhar. ver o mar o �mago do mar olhar com olhos de peixe, voar com asas de p�ssaro cada um com um modo de olhar que n�o o meu
do meu cansei. h� muito tempo olho com meus olhos. preciso ver com outros, os seus por exemplo, se voc� me empresta para dar uma volta eu juro que vou s� at� a esquina com seus olhos e os devolvo sem suor ou l�grimas, enxutos.
ou ent�o vou me tornar em cavalo. em cavalo mesmo. n�o em �gua s� porque sou mulher. mas cavalo � rufi�o, �gua mais comportada, e tem de cuidar da cria, cavalo sem brid�o selvagem correndo solto
ou ent�o quero ser �guia. pousar l� em cima e com olhos de �guia vigiar o em torno. eu quero ser onda ter gosto de sal e espraiar em espumas. aaaah! como eu desejo eu quero vir a ser, ainda neste tempo que me resta, qualquer outra forma que n�o eu, para quando a mim voltar ter certeza de que existe muito mais al�m da minha percep��o e que sem falta, com urg�ncia, eu preciso retornar. de outra forma, em outra marca. diversa propor��o. talvez formiga. quem sabe tamadu�
olha, eu li a entrevista da helo�sa helena na veja. concordo com essa mulher alagoana que emboscou o serra com uma esp�tula para abrir envelopes. realmente falar � f�cil. o dif�cil, mas dif�cil mesmo � fazer da palavra a��o. eu tenho uma pergunta para fazer ao governo: para onde vai o IPVA que a gente paga todo ano? n�o � para a manuten��o de estradas? por baixo, por baixo, devem ser mais de 40 bi. onde est� essa grana? pra que serve? T� na hora da gente saber por que e para que paga alguma coisa. eu sei que quando sirvo capim milho e �gua ao cavalo � para que ele n�o pere�a e garanta energia para puxar minha carro�a. pagar o ipva para que serve?
eu pensando aqui estava. olhando minhas m�os. foram jovens um dia. dedos compridos. m�os longil�neas. me agradavam. hoje eu as olho e pergunto: m�os, quantos caminhos voc�s andaram, quantas peles outras que n�o a minha tocaram com afago, carinho, eu sei m�os que voc�s nunca foram agressoras, e elas mudas. mas falam. falam entre si e riem de mim. para que eu n�o escute falam baixo de dedo para dedo, unha com unha, assim: de ruga para ruga de mancha para mancha e um dedo que foi meio que esmagado por uma bola de boliche por milagre n�o me olha enviesado, mas � um dedo em que falta a bochecha da ponta, a frase que emoldura a unha.
essa a m�o esquerda. a direita foi pega por um cachorro e estra�alhada. nela h� buracos, valas profundas, cicatrizes aterrorizantes e a curva entre o fura-bolos e o polegar ficou interrompida num ponto para recome�ar tropega em outro. e n�o h� como esticar perfeitamente estes dedos. eu fa�o com que se toquem e elas se acariciam e se gostam. sinto que o amor entre elas se irradia por mim, fere meu umbigo. firmes. fortes m�os coradas.
que bom ter m�os! como a natureza foi pr�diga comigo dando-me duas m�os. que eu posso ter estragado pelos caminhos da vida, mas viveram! e por t�-las admiro profundamente quem faz o mesmo que elas sem as possu�rem. recebi este ano um monte de cart�es de natal pintados por p�s e bocas de pessoas que n�o tinham m�os. fiz um exerc�cio: amarrei os bra�os para traz e testei as minhas possiblidades. quanta trag�dia na minha incapacidade de andar, olhar, ouvir, sentir, s� porque me faltavam as duas m�os. depois, j� que estava com a vis�o reduzida por faltarem-me m�os, cobri os olhos com uma venda e perdi-me. perdi-me de mim mesma e gritei correndo pelas janelas quem sou eu? onde estou?
os cachorros latiram, as galinhas cacarejaram, os esquilos da mong�lia que rodavam em sua roda de brinquedo rodaram mais ainda e a maritaca soltou uma sonora risada. pedi que enfiassem algod�es nos meus ouvidos. e senti um medo t�o estranho, arcaico, como se eu estivesse fundando naquele instante uma nova ra�a a quem seria exigido o exerc�cio de plenos sentidos para sobreviver. enfim estava quase imobilizada. sem ajuda n�o poderia tirar a venda dos olhos nem o algod�o dos ouvidos e sequer desamarrar as m�os.
n�o sei o que � melhor. n�o ter m�os ou possuir duas m�os esquerdas, como acontece em certos dias de arraso na cozinha, tr�s direitas e uma saindo pelo meio da barriga , a mais desastrada que derruba no ch�o toda a comida. ou trope�ar em meus pr�prios p�s ou ser tomada por uma gagueira que me obriga a parar de falar, respirar fundo e recome�ar tudo de novo. toco novamente minhas m�os, m�es de meu destino, al�vio do meu desespero e a saliva que faz com que eu reconhe�a minha boca como minha.
essa a m�o esquerda. a direita foi pega por um cachorro e estra�alhada. nela h� buracos, valas profundas, cicatrizes aterrorizantes e a curva entre o fura-bolos e o polegar ficou interrompida num ponto para recome�ar tropega em outro. e n�o h� como esticar perfeitamente estes dedos. eu fa�o com que se toquem e elas se acariciam e se gostam. sinto que o amor entre elas se irradia por mim, fere meu umbigo. firmes. fortes m�os coradas.
que bom ter m�os! como a natureza foi pr�diga comigo dando-me duas m�os. que eu posso ter estragado pelos caminhos da vida, mas viveram! e por t�-las admiro profundamente quem faz o mesmo que elas sem as possu�rem. recebi este ano um monte de cart�es de natal pintados por p�s e bocas de pessoas que n�o tinham m�os. fiz um exerc�cio: amarrei os bra�os para traz e testei as minhas possiblidades. quanta trag�dia na minha incapacidade de andar, olhar, ouvir, sentir, s� porque me faltavam as duas m�os. depois, j� que estava com a vis�o reduzida por faltarem-me m�os, cobri os olhos com uma venda e perdi-me. perdi-me de mim mesma e gritei correndo pelas janelas quem sou eu? onde estou?
os cachorros latiram, as galinhas cacarejaram, os esquilos da mong�lia que rodavam em sua roda de brinquedo rodaram mais ainda e a maritaca soltou uma sonora risada. pedi que enfiassem algod�es nos meus ouvidos. e senti um medo t�o estranho, arcaico, como se eu estivesse fundando naquele instante uma nova ra�a a quem seria exigido o exerc�cio de plenos sentidos para sobreviver. enfim estava quase imobilizada. sem ajuda n�o poderia tirar a venda dos olhos nem o algod�o dos ouvidos e sequer desamarrar as m�os.
n�o sei o que � melhor. n�o ter m�os ou possuir duas m�os esquerdas, como acontece em certos dias de arraso na cozinha, tr�s direitas e uma saindo pelo meio da barriga , a mais desastrada que derruba no ch�o toda a comida. ou trope�ar em meus pr�prios p�s ou ser tomada por uma gagueira que me obriga a parar de falar, respirar fundo e recome�ar tudo de novo. toco novamente minhas m�os, m�es de meu destino, al�vio do meu desespero e a saliva que faz com que eu reconhe�a minha boca como minha.
sábado, janeiro 18, 2003
este � um poema de Allen Ginsberg, da gera��o beat.
AM�RICA
am�rica eu lhe dei tudo e agora n�o sou nada.
am�rica dois d�lares vinte e sete centavos 17 de janeiro, 1956.
am�rica n�o aguento mais minha pobre mente.
am�rica quando acabaremos com a guerra humana?
v� se forder com sua bomba at�mica.
n�o estou legal n�o me encha o saco'.
n�o escreverei meu poema enquanto n�o me sentir legal.
am�rica quando � que voc� ser� angelical?
quando voc� tirar� sua roupa?
quando voc� se olhar� atrav�s do t�mulo?
quando voc� merecer� seu milh�o de trotikistas?
am�rica porque suas bibliotecas est�o cheias de l�grimas?
am�rica quando voc� mandar� seus ovos para a India?
estou cheia das suas exig�ncias malucas.
quando poderei entrar no supermercado e comprar o que preciso s� com minha boa apar�ncia?
am�rica afinal eu e voc� � que somos perfeitos n�o o outro mundo.
sua maquinaria � demais para mim.
voc� me fez querer ser santo.
deve haver algum jeito de resolver isso.
burroughs est� em tanger acho que ele n�o vai voltar mais isso � sinistro.
estar� voc� sendo sinistra ou isso � uma brincadeira?
estou tentando entrar no assunto.
recuso-me a abrir m�o das minhas obsess�es.
am�rica pare de me empurrar sei o que estou fazendo.
am�rica as p�talas das ameixeiras est�o caindo.
faz meses que n�o leio os jornais todo dia algu�m � julgado por assassinato.
am�rica fico sentimental por causa dos wobblies.
am�rica eu era comunista quando crian�a e n�o me arrependo.
fumo maconha toda vez que posso.
fico em casa dias seguidos olhando as rosas no arm�rio.
quando vou ao bairro chin�s fico b�bado e nunca consigo algu�m para trepar.
eu resolvi vai haver confus�o.
voc� devia ter me visto lendo marx.
meu psicanalista acha que estou muito bem.
n�o direi as ora��es ao senhor.
eu tenho vis�es m�sticas e vibra��es c�smicas.
am�rica ainda n�o lhe contei o que voc� ffez com tio max depois que ele voltou da r�ssia.
eu estou falando com voc�.
voc� vai deixar que sua vida emocional seja conduzida pelo time magazine?
estou obcecado pelo time magazine.
leio-o toda semana.
sua capa me encara toda vez que passo furtivamente pela confeitaria da esquina.
leio-o no por�o da biblioteca p�blica de berkeley.
est� sempre me falando de responsabilidades. os homens de neg�cios s�o s�rios. os produtores de cinema s�o s�rios. Todo mundo � s�rio menos eu.
passa pela minha cabe�a que eu sou a am�rica.
estou de novo falando sozinho.
a �sia ergue-se contra mim.
n�o tenho nenhuma chance de chin�s.
� bom eu verificar meus recusos nacionais.
meus recursos nacionais consistem em dois cigarros de maconha milh�es de genitais uma literatura pessoal impublic�vel a dois mil quil�metros por hora e vinte e cinco mil hosp�cios.
nem falo das minhas pris�es ou dos milh�es de desprivilegiados que vivem nos meus vasos de flores � luz de 500 s�is.
aboli os prost�bulos da fran�a, tanger � o pr�ximo lugar.
ambiciono a presid�ncia apesar de ser cat�lico.
am�rica como poderei escrever uma litania nesse seu estado de bobeira?
continuarei como henry ford meus versos s�o t�o individuais como seus carros mais ainda todos t�m sexos diferentes.
am�rica eu lhe venderei meus versos a dois mil e quinhentos d�lares cada com quinhentos de abatimento pela sua estrofe usada.
am�rica liberte tom mooney
am�rica salve os legalistas espanh�is.
am�rica sacco e vanzetti n�o podem morrer
am�rica sou os garotos de scottsboro
am�rica quando eu tinha sete anos minha m�e me levou a uma reuni�o da c�lula do partido comunista eles nos vendiam amendoins um bocado por um bilhete um bilhete por um centavo e todos podiam falar todos eram angelicais e sentimentais para com os trabalhadores era tudo t�o sincero voc� n�o imagina que coisa boa era o partico em 1935 scott nearing era um velho formid�vel gente boa mesmo m�e bloor me fazia chorar uma vez vi israel amster cara a cara. todo mundo devia ser espi�o.
am�rica na verdade voc� n�o quer ir � guerra.
am�rica s�o eles os russos malvados.
os russos e esses chineses. e esses russos.
a r�ssia quer nos comer vivos. o poder da r�ssia � louco. ela quer tirar nossos carros das nossas garagens.
ela quer pegar chicago. ela precisa um reader's digest vermelho. ela quer botar nossas f�bricas de autom�veis na sib�ria. a grande burocracia dela mandando em nossos postos de gasolina.
isso � ruim. ufa. ela vai faz� os indio aprend� vermelho.ela quer pretos bem grandes.ela quer nos faz� trabalha16 horas por dia. socorro
am�rica tudo isso � muito s�rio.
am�rica essa � a impress�o que eu tenho ao assistir a televis�o.
am�rica isso est� certo?
� melhor eu p�r as m�os � obra.
� verdade que n�o quero me alistar no ex�rcito ou girar tornos em f�bricas de pe�as de precis�o. de qualquer forma sou m�ope e psicopata.
am�rica estou encostando meu delicado ombro na roda.
(a foto peguei emprestada sem autoriza��o do the sun.)
Gostei Marcia Baco. Que o deus da orgia te acompanhe!!!!
Estavam um ga�cho, um paulista e um baiano num caf� quando o ga�cho diz aos outros:
-Esse que ai entrou e igualzinho ao Jesus Cristo.
-T�s brincando; - dizem os outros.
-T� falando! A barba, a t�nica....
O ga�cho levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:
-Tu �s Jesus Cristo, n�o � verdade?
-Eu? Que id�ia!
-Eu acho que sim. Tu �s Jesus Cristo.
-J� disse que n�o. Mas fala mais baixo.
-Eu sei que tu es Jesus Cristo.
Tanto insiste que o homem lhe diz baixinho:
-Sou efetivamente Jesus Cristo, mas fala baixo e n�o digas a ningu�m sen�o isto fica aqui um pandem�nio.
-Tenho uma les�o no joelho desde pequeno. Cura-me!
-Milagres n�o. Tu vais contar aos teus amigos e eu passo a tarde fazendo milagres.
O ga�cho tanto insiste que Jesus Cristo p�e a m�o sobre o seu joelho e cura-o.
-Obrigado. Ficarei eternamente grato - agradece, emocionado, o ga�cho.
-Sim, sim! N�o grites e vai-te embora..... n�o contes a ningu�m.
O ga�cho, mal chegou a mesa, contou aos amigos.
O paulista levantou-se logo e dirigiu-se a ele.
-O meu amigo disse-me que eras Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um
olho de vidro. Cura-me.
-N�o sou Jesus Cristo! Mas fala baixo.
O paulista tanto insistiu que Jesus Cristo passou-lhe a m�o pelos olhos e curou-o.
-Vai-te agora embora e n�o contes a ningu�m.
Mas Jesus Cristo bem o viu a contar a historia aos amigos e ficou a espera de ver o baiano ir ter com ele.
O tempo foi passando e nada. Mordido pela curiosidade dirigiu-se � mesa dos
tr�s amigos e, pondo a m�o sobre o ombro do baiano, come�ou a perguntar:
-E tu, n�o queres que.....
O baiano levanta-se de um salto, afastando-se dele:
-Hei meu Rei! Tira as m�ozinhas de mim, que eu estou em dispensa m�dica por seis meses.
Frio incomum no sul da �sia deixa 1.250 mortos
ONU prev� crise alimentar na Cor�ia do Norte
Pr�ncipe saudita nega plano para golpe no Iraque
AUSTR�LIA Inc�ndio florestal atinge 100 casas e deixa 1 morto
IRAQUE Laborat�rios, empresas e faculdades s�o inspecionados
JAP�O Protesto contra eventual guerra no Iraque re�ne 4.000
EUA enviam mais 7 navios com 10 mil homens ao golfo P�rsico
Sobe para 36 o n�mero de mortos devido �s chuvas em Minas Gerais
The New York Times
"Cidade de Deus" nos lembra que sociedade civilizada � um luxo
Fiscais extorquiram US$ 150 milh�es
H� algo mais para se dizer. Tipo meu tio morreu ontem. E morreu mesmo. Tio Edmur, casado com tia Ada, que j� est� morta. � vi um filme lindo do Altman. Ouvi uma m�sica legal de Papa Wemba: mi amor. Marguerite Yourcenar dise que �quando se fala do amor pelo passado, � preciso atentar para isso, trata-se do amor pela vida: a vida est� muito mais no passado do que no presente. O presente � um momento sempre curto, mesmo que sua plenitude o fa�a parecer eterno. Quando se ama a vida, ama-se o passado, porque � o presente tal como sobreviveu na mem�ria humana. Isso n�o quer dizer que o passado seja uma idade de ouro: assim como o presente ele � ao mesmo tempo atroz, soberbo, ou brutal, ou apenas um qualquer.�
H� algo mais para se dizer? Vi um document�rio no Discovery sobre as teorias do Stephen Wawking que o sol est� crescendo e vai lamber de fogo toda a terra , creio que em 40 anos no m�ximo. Eu n�o estarei viva. Mas e os que estar�o? Enquanto isto, aqui na esquina, h� uma fam�lia de desempregado passando fome. Levamos cada um para a vizinha do lado um quilo de alimento que ela se encarrega de entregar. Todo m�s. E todo m�s a gente escuta, sabe o menininho menor? Aquele de olhinho arregalado, pois �, morreu, noutro dia mesmo tava bom. Mas cad� hospital decente para acudir? �... que saudades do que n�o tive mas sei que existe como o sol ardendo na pele queimada o mar lambendo as feridas e na boca um pouco de sal e um pouco do doce dos biscoitos de polvilho. Mas quem disse que n�o tive? Se est� na mem�ria. Saudade de alguma cidade que n�o visitei, de um parente a quem n�o dei aten��o devida, dos amigos distantes que n�o posso afagar. Saudades de mim. Quando sabia menos, acreditava mais, sonhava desvairadamente e me atrevia aos montes a fazer at� o que n�o sabia. Saudades da sua m�o amiga m�e passeando nos meus cabelos e de seu colo pai me embalando para dormir. Que l�stima ter crescido, envelhecido e estar contando os dias para morrer...
ONU prev� crise alimentar na Cor�ia do Norte
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Sobe para 36 o n�mero de mortos devido �s chuvas em Minas Gerais
The New York Times
"Cidade de Deus" nos lembra que sociedade civilizada � um luxo
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H� algo mais para se dizer. Tipo meu tio morreu ontem. E morreu mesmo. Tio Edmur, casado com tia Ada, que j� est� morta. � vi um filme lindo do Altman. Ouvi uma m�sica legal de Papa Wemba: mi amor. Marguerite Yourcenar dise que �quando se fala do amor pelo passado, � preciso atentar para isso, trata-se do amor pela vida: a vida est� muito mais no passado do que no presente. O presente � um momento sempre curto, mesmo que sua plenitude o fa�a parecer eterno. Quando se ama a vida, ama-se o passado, porque � o presente tal como sobreviveu na mem�ria humana. Isso n�o quer dizer que o passado seja uma idade de ouro: assim como o presente ele � ao mesmo tempo atroz, soberbo, ou brutal, ou apenas um qualquer.�
H� algo mais para se dizer? Vi um document�rio no Discovery sobre as teorias do Stephen Wawking que o sol est� crescendo e vai lamber de fogo toda a terra , creio que em 40 anos no m�ximo. Eu n�o estarei viva. Mas e os que estar�o? Enquanto isto, aqui na esquina, h� uma fam�lia de desempregado passando fome. Levamos cada um para a vizinha do lado um quilo de alimento que ela se encarrega de entregar. Todo m�s. E todo m�s a gente escuta, sabe o menininho menor? Aquele de olhinho arregalado, pois �, morreu, noutro dia mesmo tava bom. Mas cad� hospital decente para acudir? �... que saudades do que n�o tive mas sei que existe como o sol ardendo na pele queimada o mar lambendo as feridas e na boca um pouco de sal e um pouco do doce dos biscoitos de polvilho. Mas quem disse que n�o tive? Se est� na mem�ria. Saudade de alguma cidade que n�o visitei, de um parente a quem n�o dei aten��o devida, dos amigos distantes que n�o posso afagar. Saudades de mim. Quando sabia menos, acreditava mais, sonhava desvairadamente e me atrevia aos montes a fazer at� o que n�o sabia. Saudades da sua m�o amiga m�e passeando nos meus cabelos e de seu colo pai me embalando para dormir. Que l�stima ter crescido, envelhecido e estar contando os dias para morrer...
Valeria de Furnas me enviou. Replico. � tudo verdade Val�ria.
Olhando para tr�s, � duro acreditar que estejamos vivos at� hoje.
N�s viaj�vamos em carros sem cintos de seguran�a ou air bag.
N�o tivemos nenhuma tampa � prova de crian�as em vidros de rem�dios,
portas, ou arm�rios e and�vamos de bicicleta sem capacete, sem contar
que ped�amos carona.
Beb�amos �gua direto da mangueira e n�o da garrafa.
N�s gastamos horas construindo nossos carrinhos de rolim� para descer
ladeira abaixo e s� ent�o descobr�amos que t�nhamos esquecido dos
freios. Depois de colidir com algumas �rvores, aprendemos a resolver o
problema.
Sa�amos de casa pela manh� e brinc�vamos o dia inteiro, s� voltando
quando se acendiam as luzes da rua. Ningu�m podia nos localizar.
N�o havia telefone celular.
N�s quebramos ossos e dentes, e n�o havia nenhuma lei para punir os
culpados. Eram acidentes. Ningu�m para culpar, s� a n�s mesmos.
N�s tivemos brigas e esmurramos uns aos outros e aprendemos a superar
isto.
N�s comemos doces e bebemos refrigerantes mas n�o �ramos obesos.
Est�vamos sempre ao ar livre, correndo e brincando.
Compartilhamos garrafas de refrigerante e ningu�m morreu por causa
disso.
N�o tivemos Playstations, Nintendo 64, v�deo games, 99 canais a cabo,
filmes em v�deo, surround sound, celular, computadores ou Internet.
N�s tivemos amigos. N�s sa�amos e os encontr�vamos. �amos de
bicicleta ou caminh�vamos at� a casa deles e bat�amos � porta. Imagine
tal uma coisa! Sem pedir permiss�o aos pais, por n�s mesmos! L� fora,
no mundo cruel! Sem nenhum respons�vel! Como fizemos isso?
N�s fizemos jogos com bast�es e bolas de t�nis e comemos minhocas e,
embora nos tenham dito que aconteceria, nunca nossos olhos ca�ram ou as
minhocas ficaram vivas na nossa barriga para sempre.
Nos jogos da escola, nem todo o mundo fazia parte do time. Os que n�o
fizeram, tiveram que aprender a lidar com a decep��o...
Alguns estudantes n�o eram t�o inteligentes quanto os outros. Eles
repetiam o ano! Que horror! N�o inventavam testes extras. �ramos
respons�veis por nossas a��es e arc�vamos com as conseq��ncias. N�o
havia ningu�m que pudesse resolver isso.
A id�ia de um pai nos protegendo, se desrespeit�ssemos alguma lei, era
inadmiss�vel! Eles protegiam as leis! Imagine s� isso!
Nossa gera��o produziu alguns dos melhores compradores de risco,
criadores de solu��es e inventores. Os �ltimos 50 anos foram uma
explos�o de inova��es e novas id�ias.
Tivemos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade, e aprendemos a
lidar com isso.
Voc� � um deles.
Parab�ns!
Repasse isto para outros que tiveram a sorte de crescer como crian�as,
antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, para nosso
pr�prio bem.
sexta-feira, janeiro 17, 2003
meu amigo Herm�nio Miranda enviou esta mat�ria que recbeu da jornalista Eliana Tom�. Replico para que todos fiquem sabendo, se j� n�o sabem...
Conhe�a os v�rus e defenda-se das as piores pragas virtuais
da Folha Online
O e-mail substituiu de longe o disquete na transmiss�o dos v�rus de computador. Segundo a mais recente pesquisa do Icsa Labs, as infec��es por arquivos anexados ao correio eletr�nico chegam a 87% dos casos. Al�m de algumas dicas para evitar a infec��o, a informa��o � outro trunfo para prevenir-se das pragas recentes. Confira algumas delas:
Perigosos
08/01/03 Lirva chega por e-mail, ICQ, IRC ou Kazaa
03/01/03 Poss�vel epidemia do Yaha deixa web em alerta
24/12/02 V�rus Yaha.k desativa softs antiv�rus e de seguran�a
21/12/02 V�rus PWS-Tenbot chega por chat e rouba senhas
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10/12/02 Backdoor-AKW permite ataques remotos
21/11/02 V�rus infesta o PC com praga que rouba senhas
11/11/02 Downloader rouba senhas; Fregit deixa PC lento
08/10/02 V�rus Bugbear perde for�as, mas n�o p�ra de agir
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15/07/02 E-mail esquisito oferecendo senhas? � v�rus!
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01/07/02 Sites podem espalhar v�rus se deixarem de atualizar soft
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27/11/01 Badtrans volta mais perigoso e rouba dados pessoais
30/10/01 Nova vers�o do v�rus Nimda tenta enganar antiv�rus
02/10/01 Nimda infectou 8,3 milh�es de PCs e custou US$ 590 mi
10/08/01 Praga virtual finge ser e-mail com alerta da Microsoft
10/08/01 Aparece terceira vers�o do Code Red na internet
08/08/01 Preju�zo com v�rus Code Red chega a US$ 2 bilh�es
06/08/01 Mutante do "C�digo Vermelho" � detectado na web
31/07/01 Veja como se proteger do v�rus "C�digo Vermelho"
19/07/01 V�rus Sircam � o mais ativo da web; veja como evit�-lo
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04/05/01 V�rus Happytime destr�i o PC sem precisar de anexo
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18/04/01 Novo v�rus do amor se espalha com disfarce de cupido
30/03/01 V�rus "Eu te odeio" apaga MP3, textos e fotos do usu�rio
15/03/01 Mutante apaga HD e espalha textos da v�tima pela web
06/03/01 V�rus chega por e-mail como esposa nua de internauta
05/03/01 Kournikova foi o pior v�rus de fevereiro, diz Sophos
23/02/01 Praga rouba senhas de conex�o com o provedor
13/02/01 Kournikova se alastra por PCs de todo o mundo
Destrutivos
02/12/02 Devastador v�rus Chernobyl pode estar de volta
27/08/02 Nova vers�o do Mylife detona arquivos do micro
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12/06/02 Praga traz not�cias da Copa e apaga antiv�rus
17/05/02 V�rus apaga programas, textos e m�sicas MP3
30/04/02 Foto porn� da atriz Angelina Jolie � v�rus
30/04/02 Praga usa disfarce de vacina para enganar internautas
21/03/02 Praga antipirataria apaga todos os arquivos do micro
13/03/02 V�rus finge ser game Final Fantasy 8 e formata o HD
07/03/02 MyLife se espalha por e-mail e tenta destruir o Windows
18/02/02 V�rus do Dia dos Namorados nos EUA detona o PC
18/01/02 V�rus Pacol.a infecta arquivos do Word
18/12/01 V�rus finge ser espi�o do FBI e detona o Windows
28/11/01 Nova praga virtual apaga os documentos do Word
12/11/01 Verme Klez apaga o HD com simples leitura de e-mail
24/08/01 V�rus Zeraf detona o Windows e impede o uso do PC
17/07/01 Potok tenta ganhar o controle do micro para o hacker
17/07/01 V�rus acaba com espa�o do HD e trava o micro
06/07/01 Cavalo de Tr�ia uruguaio acaba com o disco r�gido
22/06/01 V�rus Merlin bagun�a o micro e formata o HD
05/06/01 Fotos de "Miss Mundo" podem destruir HD do micro
31/05/01 V�rus diz que "odeia Madonna" e acaba com o PC
23/04/01 Verme Parab�ns apaga todas as fotos do disco r�gido
23/04/01 Praga oferece pedofilia e formata o disco r�gido do PC
22/03/01 V�rus finge ser atualiza��o do Windows e destr�i HD
20/03/01 Novo mutante destr�i documentos, fotos e m�sicas
16/03/01 V�rus infecta documentos do Word e trava a Internet
06/03/01 Parody corrompe programas e formata o HD da v�tima
01/03/01 Praga destr�i o Windows e abre o Bloco de notas
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23/01/01 Menus do Word e arquivos de sistema desaparecem
Populares
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25/05/01 V�rus se disfar�a de corre��o para o Explorer
17/05/01 Praga ca�a e denuncia ped�filos da internet
17/05/01 V�rus Mawanella protesta contra atentado
08/05/01 V�rus 'Homepage' obriga internauta a visitar site porn�
26/04/01 Descoberto primeiro verme que usa o MSN Messenger
24/04/01 V�rus Narciso muda o papel de parede do Windows
16/04/01 Badtrans se espalha por e-mails n�o lidos
23/03/01 Praga ataca como biografia da atriz que faz Lara Croft
20/03/01 V�rus protesta pela internet contra viol�ncia em Israel
26/02/01 Verme se espalha como foto do carnaval brasileiro
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Curiosos
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11/09/02 V�rus se passa por conspira��o entre os EUA e Al Qaeda
06/09/02 V�rus tenta abrir PC com imagem de Lilo & Stitch
02/09/02 Novo v�rus franc�s abre o computador para hackers
24/07/02 V�rus finge ser truque do Windows e apaga bot�o Iniciar
16/04/02 Praga insere link para site porn� no e-mail da v�tima
08/04/02 Foto amadora desperta a curiosidade e formata o HD
11/01/02 V�rus finge ser v�deo porn� e detona o computador
11/01/02 Proteja-se contra o primeiro v�rus de Flash
10/01/02 Descoberto primeiro v�rus .NET
19/12/01 V�rus se aproveita de site pornogr�fico
17/12/01 Praga de Natal rouba senhas do provedor da v�tima
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16/07/01 Praga virtual brasileira faz s�tira do apag�o
11/06/01 V�rus cria �cones com o rosto de Lennon
08/06/01 Praga para Mac usa cap�tulo dos Simpsons
07/06/01 V�rus ataca MS e xinga Bill Gates
18/05/01 Praga virtual finge ser previs�o do tempo
14/05/01 V�rus xinga quem repassa boatos por e-mail
08/05/01 Praga se disfar�a de trapa�a para jogo e destr�i arquivos
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02/04/01 Praga se disfar�a de filtro de pornografia
26/03/01 Office XP, ainda no forno, ganha seu primeiro v�rus
28/02/01 V�rus chega por e-mail como foto do beb� de um amigo
27/02/01 Praga usa Gnutella para enganar quem busca MP3
Boatos
26/04/02 E-mail sobre v�rus JDBGMGR.EXE � boato da internet
16/01/02 Boato de v�rus envolve UOL e Microsoft
31/10/01 E-mail sobre v�rus ciberterrorista � trote intern�tico
31/10/01 Internauta inventa v�rus sobre "Osama vs. Bush"
31/10/01 Praga sobre filme "Bicho de sete cabe�as" � boato virtual
31/08/01 E-mail finge ser antiv�rus para o Nimda, mas infecta o PC
31/08/01 E-mail com truques antiv�rus � mentira da internet
02/07/01 Praga que ataca o Napster � boato de e-mail
22/06/01 V�rus "Anticristo" � mentira da internet, diz McAfee
18/05/01 E-mail que pede para apagar SULFNBK.EXE � boato
31/01/01 Brasileiro cria boato sobre v�rus "Meninas da Playboy"
12/01/01 Boato associa v�rus a propaganda da cerveja Budweiser
Estat�sticas
04/12/02 Klez � mais ativo do ano, dono de 25% dos ataques
02/12/02 Bugbear lidera lista dos mais ativos pelo 2� m�s seguido
01/10/02 Klez lidera infec��es de PCs; veja piores v�rus do m�s
18/09/02 Jovens internautas s�o alvo de programadores de v�rus
13/08/02 Falta de v�rus � dilema para a seguran�a da computa��o
02/07/02 Mais de 3.000 novos v�rus surgiram em 2002, diz Sophos
02/07/02 Klez lidera ranking; veja os piores v�rus de junho
05/06/02 Conhe�a os v�rus que atacam durante o m�s de junho
28/05/02 Klez-H � pior v�rus da hist�ria da internet
03/05/02 V�rus Klez dominou a internet em abril, diz Sophos
02/01/02 Balan�o de 2001 aponta mais de 11 mil novas pragas
30/11/01 Nimda foi o v�rus que mais atacou durante o ano
07/08/01 V�rus SirCam foi o mais ativo da internet em julho
31/07/01 Conhe�a alguns dos piores v�rus inform�ticos da hist�ria
03/04/01 Maioria dos v�rus aparece nessa �poca do ano
03/01/01 Conhe�a a cronologia dos principais v�rus
19/12/00 Infec��es duplicam, e 87% dos v�rus chegam por e-mail
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12/01/2001 - 16h27
Dez mandamentos para se defender dos v�rus de e-mail
FRANCISCO MADUREIRA
Coordenador de Inform�tica
da Folha Online
O e-mail substituiu de longe o disquete na transmiss�o dos v�rus de computador. Segundo pesquisa do Icsa Labs realizada com 300 empresas dos Estados Unidos com mais de 500 PCs, as infec��es por arquivos anexados ao correio eletr�nico chegam a 87% dos casos.
Para se proteger dessas pragas virtuais, al�m de um bom antiv�rus (sempre atualizado!), � preciso ter bom senso e seguir alguns mandamentos para evitar a contamina��o:
1� MANDAMENTO
N�o abrir�s arquivos anexos enviados por pessoas desconhecidas. Principalmente se a mensagem tratar de pornografia ou vantagens financeiras. Simplesmente apagar�s a mensagem.
2� MANDAMENTO
Se n�o souberes do que se trata o anexo, n�o o abra. Mesmo que o e-mail seja de uma pessoa conhecida.
3� MANDAMENTO
Assunto e remetente tamb�m ajudam a identificar v�rus. Se chegar um e-mail de algu�m famoso ou com um t�tulo engra�ado, cuidado: v�rus � vista. (Lembra que o remetente do v�rus Branca de Neve Porn� � o Hahaha!). Atentar�s tamb�m para os e-mails sem remetente ou sem assunto. Os vermes modernos podem atacar-te ao abrir uma mensagem, sem que abras um anexo.
4� MANDAMENTO
Deletar�s as correntes e e-mails indesejados (spam). N�o encaminhar�s nem responder�s a nenhum desses e-mails _ao pedir que um spammer tire teu endere�o da lista, tu s� fazes confirmar teu endere�o para ele.
5� MANDAMENTO
Atualizar�s sempre seu antiv�rus. Cerca de 200 novos v�rus s�o descobertos todo m�s.
6� MANDAMENTO
Far�s backup de todos os seus arquivos, e manter�s os discos atualizados para n�o perder informa��es. Assim, h� como recuperar os dados caso um desastre aconte�a. Se n�o podes (ou n�o queres) investir em um gravador de CDs, aproveita a queda do pre�o dos disquetes... :-)
7� MANDAMENTO
S� far�s downloads de sites confi�veis. Caso seja necess�rio baix�-lo, gravar�s o arquivo em um disquete e, ent�o, passar�s o antiv�rus.
8� MANDAMENTO
NUNCA abrir�s arquivos anexos que tenham as extens�es PIF ou VBS, e ter�s precau��o redobrada com os EXE ou COM. Esses arquivos s�o, na verdade, rotinas que descarregam o v�rus em teu computador. Apaguar�s o e-mail imediatamente, mesmo que o anexo tenha outra extens�o (por exemplo: nome.jpg.pif).
9� MANDAMENTO
Assim que receberes um e-mail que pare�a infectado, procura avisar os remetentes dos e-mails imediatamente anteriores, para que eles chequem seus sistemas e parem de ficar enviando essas bombas virtuais!
10� MANDAMENTO
Bom senso tem atualiza��o mais r�pida que antiv�rus. Precau��o: apagar�s as mensagens estranhas e n�o deixar�s a curiosidade te vencer. Basta pensar no trabalho que dar� recuperar arquivos, perder outros, redigitar textos, formatar o disco r�gido...
Conhe�a os v�rus e defenda-se das as piores pragas virtuais
da Folha Online
O e-mail substituiu de longe o disquete na transmiss�o dos v�rus de computador. Segundo a mais recente pesquisa do Icsa Labs, as infec��es por arquivos anexados ao correio eletr�nico chegam a 87% dos casos. Al�m de algumas dicas para evitar a infec��o, a informa��o � outro trunfo para prevenir-se das pragas recentes. Confira algumas delas:
Perigosos
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19/12/00 Infec��es duplicam, e 87% dos v�rus chegam por e-mail
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12/01/2001 - 16h27
Dez mandamentos para se defender dos v�rus de e-mail
FRANCISCO MADUREIRA
Coordenador de Inform�tica
da Folha Online
O e-mail substituiu de longe o disquete na transmiss�o dos v�rus de computador. Segundo pesquisa do Icsa Labs realizada com 300 empresas dos Estados Unidos com mais de 500 PCs, as infec��es por arquivos anexados ao correio eletr�nico chegam a 87% dos casos.
Para se proteger dessas pragas virtuais, al�m de um bom antiv�rus (sempre atualizado!), � preciso ter bom senso e seguir alguns mandamentos para evitar a contamina��o:
1� MANDAMENTO
N�o abrir�s arquivos anexos enviados por pessoas desconhecidas. Principalmente se a mensagem tratar de pornografia ou vantagens financeiras. Simplesmente apagar�s a mensagem.
2� MANDAMENTO
Se n�o souberes do que se trata o anexo, n�o o abra. Mesmo que o e-mail seja de uma pessoa conhecida.
3� MANDAMENTO
Assunto e remetente tamb�m ajudam a identificar v�rus. Se chegar um e-mail de algu�m famoso ou com um t�tulo engra�ado, cuidado: v�rus � vista. (Lembra que o remetente do v�rus Branca de Neve Porn� � o Hahaha!). Atentar�s tamb�m para os e-mails sem remetente ou sem assunto. Os vermes modernos podem atacar-te ao abrir uma mensagem, sem que abras um anexo.
4� MANDAMENTO
Deletar�s as correntes e e-mails indesejados (spam). N�o encaminhar�s nem responder�s a nenhum desses e-mails _ao pedir que um spammer tire teu endere�o da lista, tu s� fazes confirmar teu endere�o para ele.
5� MANDAMENTO
Atualizar�s sempre seu antiv�rus. Cerca de 200 novos v�rus s�o descobertos todo m�s.
6� MANDAMENTO
Far�s backup de todos os seus arquivos, e manter�s os discos atualizados para n�o perder informa��es. Assim, h� como recuperar os dados caso um desastre aconte�a. Se n�o podes (ou n�o queres) investir em um gravador de CDs, aproveita a queda do pre�o dos disquetes... :-)
7� MANDAMENTO
S� far�s downloads de sites confi�veis. Caso seja necess�rio baix�-lo, gravar�s o arquivo em um disquete e, ent�o, passar�s o antiv�rus.
8� MANDAMENTO
NUNCA abrir�s arquivos anexos que tenham as extens�es PIF ou VBS, e ter�s precau��o redobrada com os EXE ou COM. Esses arquivos s�o, na verdade, rotinas que descarregam o v�rus em teu computador. Apaguar�s o e-mail imediatamente, mesmo que o anexo tenha outra extens�o (por exemplo: nome.jpg.pif).
9� MANDAMENTO
Assim que receberes um e-mail que pare�a infectado, procura avisar os remetentes dos e-mails imediatamente anteriores, para que eles chequem seus sistemas e parem de ficar enviando essas bombas virtuais!
10� MANDAMENTO
Bom senso tem atualiza��o mais r�pida que antiv�rus. Precau��o: apagar�s as mensagens estranhas e n�o deixar�s a curiosidade te vencer. Basta pensar no trabalho que dar� recuperar arquivos, perder outros, redigitar textos, formatar o disco r�gido...
domingo, janeiro 12, 2003
os blogs melhores colocados no iBest seguem abaixo. O querido leitor da amiga virtual Rosana Herman, e o internETC da Cora Ronai. No Epinion � citado como um dos preferidos o ZieckZack do Servio. Mas eu gosto mesmo � do ZieckZack, Fazendo Barulho, Caros Amigos, internEtc de olhar formigas fazendo carreiro sem cortar as plantas, nhambu passeando no terreiro e saracuras na beira do rio. E quando Marguerite Youcenar fala sobre o Midi. Eu gosto do filme que o Fernando Ninam fez e de ver cavalo dando coice na sombra. E quando quero me entupir de apocalipse vou ao Matrix e vejo o que vai sobrar do mundo depois da grande onda.
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Por falar em Abi Ramia ap�s quase quatro anos de amizade virtual, ou mais at�, ontem afinal nos conhecemos. Fomos almo�ar no Hotel Lopes a famosa feijoada de s�bado. Ele vindo de Furnas para o Rio, de passagem por Caxambu. Ap�s aposentar-se houve tempo para o encontro . E mostrou-me fotos dele e do filho que foram a Cascadantas, a nascente do Rio S�o Francisco. Algumas amizades virtuais permencem, descobri ontem nos olhos de Abiramia, porque realmente as pessoas t�m afinidade. Jamais esquecerei seus olhos bondosos, humanos, de quem ciou uma fam�lia amiga e feliz como pude ver nos retratos dele e do filho, companheiros fazendo trilha pelas cabeceiras do S�o Francisco.
Saiu daqui de Caxambu dizendo que tentaria encontrar-se para conhecer outro amigo virtual , o Carlos Alberto Teixeira, o Cat, do Globo. E foi levando um livro meu de poemas. Interessante como nos aproximamos Eu editava a Tocha e ele me enviouum artigo do Alu�sio Biondi. Desejando saber a proced�ncia exata, antes de publicar, se era mesmo do Biondi, corremos seca e meca. O Biondi nada dizia. O Cat Interferiu. Se n�o favia desmentidos e o artigo estava sendo disseminado em jornais de sindicatos, um libelo contra as privatiza��es do FHC, neste caso tocando num ponto especial que era a privatiza��o da Petrobr�s, e eu eniviava e-mails ue n�o obtinham resposta do Alo�sio, suponho que devia j� estar adoentado, publiquei. As demais fontes consultadas me garantiam a paternidade do artigo. E assim nasceu esta amizade que tanto prezo.
Saiu daqui de Caxambu dizendo que tentaria encontrar-se para conhecer outro amigo virtual , o Carlos Alberto Teixeira, o Cat, do Globo. E foi levando um livro meu de poemas. Interessante como nos aproximamos Eu editava a Tocha e ele me enviouum artigo do Alu�sio Biondi. Desejando saber a proced�ncia exata, antes de publicar, se era mesmo do Biondi, corremos seca e meca. O Biondi nada dizia. O Cat Interferiu. Se n�o favia desmentidos e o artigo estava sendo disseminado em jornais de sindicatos, um libelo contra as privatiza��es do FHC, neste caso tocando num ponto especial que era a privatiza��o da Petrobr�s, e eu eniviava e-mails ue n�o obtinham resposta do Alo�sio, suponho que devia j� estar adoentado, publiquei. As demais fontes consultadas me garantiam a paternidade do artigo. E assim nasceu esta amizade que tanto prezo.
Eu recebi um texto ditado por Emmanuel ao Chico Xavier. Meu amigo Abi-Ramia mo enviou. Repliquei para o Herm�nio Miranda e como sempre recebo dele palavras l�cidas sabedoria. Transcrevo o e-mail abaixo. O Herm�nio , que tem 35 livros publicados, � um espiritualista, lan�ou no ano passado dois livros "o estranho caso de Edwinn Droods"e "Os C�taros". O primeiro livro � na ralidade uma tradu��o do �ltimo trabalho de Dickens e ficou incompleto porque a morte o pegou desprevenido. Como pega a todos n�s. Mais tarde um mec�nico de Nova York, semi analfabeto, recebeu o resto do livro mediunicamente. O que causou muita pol^mica. Cr�ticos analisaram a obra e quase por unanimidade resolveram que o estilo era semelhante ao de Dickens. Al�m do mais todos sabiam ser imposs�vel a uma pessoa com a grau de intru��o do mec�nico escrever alguma coisa parecida.
Herm�nio pegou os textos esquecidos e os traduziu. Sobre os C�taros, trabalho de uma longa pesquisa de muitos anos, mortos pela primeira cruzada, a Albigense, eles seriam os hippies do passado talvez, a meu ver, seguiam os ensinamentos que os ess�nios teriam passado para Jesus e este seguido. E defendiam a casa de David ,da qual descendiam os merov�ngios, despossu�dos pelos carol�ngeos e guardavam a arca da alian�a que Hitler tanto procurou nas cercanias de Rennes Sur le Chatau e em Mont Segur e, segundo consta, estava em Veneza (ele n�o conseguiu apropriar-se de nada porque uma enchente desviou o material para outro canto). No momento estou misturando o que li, um document�rio da BBC e o livro do Herm�nio. Eis o e-mail.
Prezada amiga,
o texto de Emmanuel � de grande beleza e sabedoria. Serve para todos n�s que
estamos vivendo num mundo tumultuado, embutidos numa comunidade alienada,
esquecida de suas pr�prias origens e desinteressada do futuro, no qual n�o
acredita.
Em Nova York compr�vamos algumas coisas para pagamento em presta��es ou no
in�cio do m�s seguinte. No guich� a que eu comparecia com certa
regularidade, havia um letreiro debaixo de um vidro que dizia mais ou menos
o seguinte: "Que diferen�a far� isso daqui a 99 anos?". � verdade isso. N�o
nos lembramos mais de muita coisa que nos deixou "arrasados",como perder um
�nibus ou tirar uma nota baixa numa prova de vital import�ncia. Em
compensa��o h� dores que persistem ainda que algo transubstanciadas, se
assim posso dizer. De qualquer modo, dores, decep��es, afli��es e desacertos
s�o recursos de que a lei divina se serve para nos ensinar coisas que
precisamos aprender. Como costumo dizer, essa lei jamais � punitiva; ela �
educativa. Temos de estar preparados para esses momentos mais dif�ceis. Um
abra�o fraterno para todos voc�s. Herminio
sexta-feira, janeiro 10, 2003
eu nunca gravo anivers�rios. esque�o at� do meu. por v�rias vezes aconteceu. alguma irm�, telefonando a noite para dar os parab�ns � quem me lembra. nada disto justifica que esqueci o dia de seu anivers�rio S�rvio, mas parab�ns para voc� na data 8 querida muitas felicidades muitos anos de vida. gostaria de ir at� ao hosp�cio, morro de vontade. mas paro no desejo. e na imagina��o. beijos
sábado, janeiro 04, 2003
� S�rvio, como h� muito tempo deixei de ler jornal, exatamente pelo n�vel relatado, pelo que voc� conta da mat�ria da Let�cia parece que baixou o primado da ignor�ncia no Brasil com a ascens�o do PT ao poder.A� fica pintando uma nova ca�a �s bruxas. Tipo abre a boca a� meu , quantas l�nguas voc� tem? Vai onde meu camaradinha? T� com cheiro de quem freq�enta museu, teje preso em nome da uni�o nacional dos pagodeiros do Brasil. Ei mano que som � esse na caixa? O outro responde.. � enya... E o valente ca�ador de apreciadores de m�sica cl�ssica diz: ah! Ouvindo musca cl�ssica das estranjas, t� pro c� um pouco de rap do morro da formiga.
Falando em enya toda vez que escuto o nome dela lembro de minha irm� Vera, que abundava em solit�ria no intestino. E a vejo sentada num piniquinho cheio de sementes de ab�bora dentro e metros e metros de t�nias sendo retiradas dela. Arghh!!! A alegria vai ver ouve enya pensando que � m�sca cl�ssica.Ali�s, quem faltou naquela festa foi o Caco Antibes. Ele ia adorar o puxadinho que fizeram sobre o parlat�rio.
A �nfase � no pov�o. No que vai com radinho de pilha para o marac�, no que d� arroto depois de comer um churrasco de costela com asinha de galinha e muita cerva. Ou no que n�o come nada. Que, ali�s, este tipo de povo nem p�de estar presente. Ficou catando umas raizinhas pra comer no �rido ou chepa para a sopa da noite.Que ali�s nem povo �. � sub qualquer coisa porque a gente prefere assim Repare que diminutivo tamb�m est� na linha de frente do bom tom. No entanto, tenhamos paci�ncia com bobagens feitas e ditas pois h� um caminh�o de boas perspectivas e expectativas. Se deixarem a esperan�a vingar... n�o sei n�o. Mas maiores patacadas do que as acontecidas durante os anos de chumbo � imposs�vel! Leia �lio Gaspari em a Ditadura Escancarada e a mesma Envergonhada. S� para relembrar. Na �poca t�nhamos o Stanislaw Ponte Preta falando sobre o febeap� ( festival de besteira que assola o pa�s).
Mas elegemos um poliglota soci�logo professor universit�rio e veja no que deu: o ensino superior, principalmente a �rea de pesquisa foi a que mais sofreu. O produtivo foi alijado para vencer o especulativo. Canalizem as pesquisas para a realidade brasileira, como realizou na universidade do norte fluminense o Darcy Ribeiro, onde se pesquisa entre outras coisas a melhor e mais frutuosa cana a ser plantada. Em vez de ficarmos estudando a import�ncia do f na francofonia. Que tamb�m � v�lido se abundasse verba de pesquisa e a realidade fosse outra. N�s que usamos computadores, temos blogs, velejamos na internet (no Brasil ainda se veleja, pelo menos c� em Minas), vemos tv por assinatura, compramos cds e dvds importados, pagando altos impostos, somos altamente privilegiados. S� n�o estamos no topo da pir�mide social porque ele fica bem mais em cima. Mas para nossos padr�es de antiga classe m�dia at� que o barco n�o est� ruim de levar... ainda n�o precisamos vigiar a lata de lixo dos que moram no topo da pir�mide. Ou precisamos?
No mais antanho viv�amos uma rid�cula reserva de marcado que nos impedia acesso aos benef�cios e malef�cios (se existem) da inform�tica. Acreditavam os dos anos de chumbo que difundir o conhecimento poderia fazer nascer mais comunistas. P� � dose, n�o? Hoje a alegria do globo acredita que ser�o fechados museus, cancelados concertos de m�sica cl�ssica e se duvidar v�o prender quem canta cabar�, ainda mais em alem�o, pensando que os boches e os skin-heads est�o vindo para c� acabar com negros cafuzos e mulatos e os nordestinos da feira de S�o Crist�v�o. Sem contar os judeus. Cuida-te, voc� e a Sula, cantando esta poliglotada por a�!...
No mais vamos acreditar no bom. Deixando o desagrad�vel de lado. Porque h� cheiro de flores silvestres, brisa da montanha e do mar, um agrad�vel perfume de mato e maresia e quem sabe com um decreto lei o presidente n�o acaba com o calor que assola o Rio e S�o Paulo? Desejar e querer n�o � poder? (meio samba do crioulo doido,mas pedido pelas circunst�ncias). Eu tenho f� na faca cega e na consci�ncia amolada. Tenhamos. Porque, alv�ssaras, ainda canta o sabi�. E estou ouvindo a Ute Lemper cantando my ship e a vida rosa.
Brian Higgins o que � havana por favor me conte. Eu s� sei da capital de Cuba e de charutos.
Falando em enya toda vez que escuto o nome dela lembro de minha irm� Vera, que abundava em solit�ria no intestino. E a vejo sentada num piniquinho cheio de sementes de ab�bora dentro e metros e metros de t�nias sendo retiradas dela. Arghh!!! A alegria vai ver ouve enya pensando que � m�sca cl�ssica.Ali�s, quem faltou naquela festa foi o Caco Antibes. Ele ia adorar o puxadinho que fizeram sobre o parlat�rio.
A �nfase � no pov�o. No que vai com radinho de pilha para o marac�, no que d� arroto depois de comer um churrasco de costela com asinha de galinha e muita cerva. Ou no que n�o come nada. Que, ali�s, este tipo de povo nem p�de estar presente. Ficou catando umas raizinhas pra comer no �rido ou chepa para a sopa da noite.Que ali�s nem povo �. � sub qualquer coisa porque a gente prefere assim Repare que diminutivo tamb�m est� na linha de frente do bom tom. No entanto, tenhamos paci�ncia com bobagens feitas e ditas pois h� um caminh�o de boas perspectivas e expectativas. Se deixarem a esperan�a vingar... n�o sei n�o. Mas maiores patacadas do que as acontecidas durante os anos de chumbo � imposs�vel! Leia �lio Gaspari em a Ditadura Escancarada e a mesma Envergonhada. S� para relembrar. Na �poca t�nhamos o Stanislaw Ponte Preta falando sobre o febeap� ( festival de besteira que assola o pa�s).
Mas elegemos um poliglota soci�logo professor universit�rio e veja no que deu: o ensino superior, principalmente a �rea de pesquisa foi a que mais sofreu. O produtivo foi alijado para vencer o especulativo. Canalizem as pesquisas para a realidade brasileira, como realizou na universidade do norte fluminense o Darcy Ribeiro, onde se pesquisa entre outras coisas a melhor e mais frutuosa cana a ser plantada. Em vez de ficarmos estudando a import�ncia do f na francofonia. Que tamb�m � v�lido se abundasse verba de pesquisa e a realidade fosse outra. N�s que usamos computadores, temos blogs, velejamos na internet (no Brasil ainda se veleja, pelo menos c� em Minas), vemos tv por assinatura, compramos cds e dvds importados, pagando altos impostos, somos altamente privilegiados. S� n�o estamos no topo da pir�mide social porque ele fica bem mais em cima. Mas para nossos padr�es de antiga classe m�dia at� que o barco n�o est� ruim de levar... ainda n�o precisamos vigiar a lata de lixo dos que moram no topo da pir�mide. Ou precisamos?
No mais antanho viv�amos uma rid�cula reserva de marcado que nos impedia acesso aos benef�cios e malef�cios (se existem) da inform�tica. Acreditavam os dos anos de chumbo que difundir o conhecimento poderia fazer nascer mais comunistas. P� � dose, n�o? Hoje a alegria do globo acredita que ser�o fechados museus, cancelados concertos de m�sica cl�ssica e se duvidar v�o prender quem canta cabar�, ainda mais em alem�o, pensando que os boches e os skin-heads est�o vindo para c� acabar com negros cafuzos e mulatos e os nordestinos da feira de S�o Crist�v�o. Sem contar os judeus. Cuida-te, voc� e a Sula, cantando esta poliglotada por a�!...
No mais vamos acreditar no bom. Deixando o desagrad�vel de lado. Porque h� cheiro de flores silvestres, brisa da montanha e do mar, um agrad�vel perfume de mato e maresia e quem sabe com um decreto lei o presidente n�o acaba com o calor que assola o Rio e S�o Paulo? Desejar e querer n�o � poder? (meio samba do crioulo doido,mas pedido pelas circunst�ncias). Eu tenho f� na faca cega e na consci�ncia amolada. Tenhamos. Porque, alv�ssaras, ainda canta o sabi�. E estou ouvindo a Ute Lemper cantando my ship e a vida rosa.
Brian Higgins o que � havana por favor me conte. Eu s� sei da capital de Cuba e de charutos.
sexta-feira, janeiro 03, 2003
Brian quando for a Tiradentes pegue a estrada de Minduri que em duas horas no m�ximo voc� estar� c� em casa. Tem torresmo e eu prometo comprar a cacha�a do doutor Luizinho que � envelhecida durante sete anos em barril de carvalho. Desta at� eu pingo o sabor na ponta da l�ngua. Colho uma couve na horta, tomates pquenos para afogar (como falam aqui) a carne-seca e estamos conversados.
Meu amigo Servio, e o cd? j� chegou? morro do desejo de ter sua opini�o. Mas saiba que j� est� tudo mudado. beijos.
Meu amigo Servio, e o cd? j� chegou? morro do desejo de ter sua opini�o. Mas saiba que j� est� tudo mudado. beijos.
Sentir a sensa��o de que alguma coisa est� para acontecer, farejar o medo e muta��es no ar faz parte do animal que existe em n�s . Os cachorros daqui de casa, mesmo com o sol a pino, dia claro, se escondem entre as pernas da gente adivinhando o trov�o que os raios derrubar�o sobre o final da tarde em enxurrada violenta de �gua. Eu acordo com uma sensa��o assim... � ang�stia, eu sei. Algo desconhecido paira sobre todas as cabe�as. Dou um tempo e me pergunto francamente, medo de qu�? E vou enumerando as poss�veis causas. �s vezes � mesmo um temporal de fim de tarde que me deixa assim. Mesmo sentindo vir l� de longe o cheiro da terra molhada.
Hoje tenho alguns medos . Medo Brasil. Houve um momento de Evita Per�n durante a posse? Houve. Mas para um PT que se abalou dos confins do Brasil . E eu acompanhei a luta de base do PT durante um bom tempo. � amadurecida. Bonita. Consistente. O povo que estava l� carecia de pai e m�e. Nossa antiga e renovada hist�ria. Mas existem outras mentes e cora��es diversos tamb�m no comando de nossos destinos que ou s�o tra�ados pelos governantes ou pelo azar. O b�sico � que existe a esperan�a. Ela retomou-nos inesperadamente como se a roda de aqu�rio estivesse preparando mais uma surpresa. H� esperan�a no ar. � muito importante que este dado seja anotado: h� esperan�a.
Hoje tenho alguns medos . Medo Brasil. Houve um momento de Evita Per�n durante a posse? Houve. Mas para um PT que se abalou dos confins do Brasil . E eu acompanhei a luta de base do PT durante um bom tempo. � amadurecida. Bonita. Consistente. O povo que estava l� carecia de pai e m�e. Nossa antiga e renovada hist�ria. Mas existem outras mentes e cora��es diversos tamb�m no comando de nossos destinos que ou s�o tra�ados pelos governantes ou pelo azar. O b�sico � que existe a esperan�a. Ela retomou-nos inesperadamente como se a roda de aqu�rio estivesse preparando mais uma surpresa. H� esperan�a no ar. � muito importante que este dado seja anotado: h� esperan�a.
quinta-feira, janeiro 02, 2003
AVE H�MUS
Vou falar de pentimento. Voc� pega essa idosa aqui, descasca com a unha, como se descasca levemente uma planta para ver se ainda vive, e encontra uma personagem de 1968, o ano que n�o terminou (Zuenir Ventura). E com perguntas no sentimento: concluiremos agora em 2003,4,5,6, o ano de l968? Ou haver� uma grande e constante nossa amiga dedicada decep��o? Quando o primeiro servidor p�blico do Brasil abaixou-se para pegar os �culos do Fernando que foi um cardo em nossas bocas, no momento em que ao retirar a faixa presidencial numa emo��o insuspeitada em homem t�o Cardoso, ele esbarra com seu pr�prio bra�o em seus pr�prios �culos de olhar e os derruba, como quem derruba uma m�scara que lhe acoberta as fei��es, n�o havia servilismo de um retirante nordestino, mas delicadeza e sensibilidade lembran�a de um tempo em que o ser humano era muito importante e fiquei certa de que se meus �culos ca�ssem ele tamb�m se abaixaria para peg�-los.
E quando ele espalmou, quase esbarrando as m�os com ternura no corpo da Marisa e disse voc�s a est�o vendo t�o bonita assim hoje, eu lembrei de Carolina do Chico, impossivelmente da garota de Ipanema do Tom e do Vin�cius e de Minha Gente, tamb�m do Chico. E sentada na minha cadeira de sub�rbio conversando com as mesmas vizinhas da d�cada de 60 nos arrepiamos de emo��o porque nos parecia que estavam sendo resgatados sentimentos esquecidos como o amor, a cumplicidade o companheirismo, como se um novo tempo, muito novo por ser t�o antigo, e que foi interrompido por palavras de ordem e rajadas de metralhadoras retomasse seu lugar. E pud�ssemos todos passear com nossos amores de m�os dadas pelas pra�as. Falei bem baixinho para Marly Medalha, viu amiga, n�o foi em v�o sua loucura, como disse a Tereza Cruvinel o Lula somos n�s l�!
E l� aonde, voc� me pergunta? L�!!! No sonho imposs�vel, na roda viva das opini�es, quando carcar�s devoravam nossos f�gados de sonho e diz�amos com toda a certeza do mundo: n�o acredite em ningu�m com mais de trinta anos. L�, onde ordenhamos a utopia, aleitamos nossos desejos de povo com fraternidade de flores cores e sons. L� onde a tristeza era dividida e a alegria uma promessa de igualdade. L� que pode estar come�ando ser aqui!
Escutem M�rcia Falc�o, Sergio, Ricardo, D�cio, Suely, Pimentel, Alcione (sempre c�tica ainda?) Zil�ia, Norma, escutem meus mortos e meus vivos dos idos, escutem se n�o � o Adelmo tocando um sambinha, no que o S�rvio grita pro Bum que precisa do carro dele para levar a c�ssia e muita cerveja geladinha para ouvir a Maria Alcinda e Ode a Alegria e dan�ar para descer o ano novo? E ainda tem um que me chama de dona Esther quando eu pensava ser ainda de vinte anos...
Quando o rolls roice recusou-se a carregar o peso do povo subindo a ladeira para a luz de um novo ano vi a elite cansada, aperreada, precisando n�o mais de reparos e sim de trocas, tipo uma por��o de caviar pelo sabor de sua macaxeira. E vi, n�s vimos o povo travestido de seguran�a empurrar o povo presidente para fora do fim do t�nel. Quero falar de esperan�a e estou sentindo. Quero dizer de amor. E ele penetrou nos poros da cidade concreta de Niemeyer e pingou sobre a terra de Juscelino e cantamos n�s as vizinhas sentadas no fim de tarde em nossas cadeiras de ruas, na periferia que hoje � cidade, pensando na esperan�a �como poderei viver, como poderei viver, sem a tua , sem a tua, sem a tua companhia?�
Estou dizendo de n�s. De coletivo, de plural. De boca cheia. Que saibamos todos aproveitar com zelo a nova oportunidade pois � raro voltar numa mesma gera��o alguma coisa que j� passou. Tipo cometas, alinhamentos de planetas, sonhos... e deixemos pulsar nossos suburbanos e isoneiros cora��es, plenos da sabedoria de ervas, acreditando em quem tem mais de trinta anos, pois precisamos restaurar o passado, neste exato momento em que a seiva da silva se aloja no peito do pa�s. Ave h�mus!!!
PS.: � bom notar que o discurso de posse teve menos um som pol�tico,mesmo quando pol�tico, e mais de poesia inaugurando tempos de prosa e verso.
Vou falar de pentimento. Voc� pega essa idosa aqui, descasca com a unha, como se descasca levemente uma planta para ver se ainda vive, e encontra uma personagem de 1968, o ano que n�o terminou (Zuenir Ventura). E com perguntas no sentimento: concluiremos agora em 2003,4,5,6, o ano de l968? Ou haver� uma grande e constante nossa amiga dedicada decep��o? Quando o primeiro servidor p�blico do Brasil abaixou-se para pegar os �culos do Fernando que foi um cardo em nossas bocas, no momento em que ao retirar a faixa presidencial numa emo��o insuspeitada em homem t�o Cardoso, ele esbarra com seu pr�prio bra�o em seus pr�prios �culos de olhar e os derruba, como quem derruba uma m�scara que lhe acoberta as fei��es, n�o havia servilismo de um retirante nordestino, mas delicadeza e sensibilidade lembran�a de um tempo em que o ser humano era muito importante e fiquei certa de que se meus �culos ca�ssem ele tamb�m se abaixaria para peg�-los.
E quando ele espalmou, quase esbarrando as m�os com ternura no corpo da Marisa e disse voc�s a est�o vendo t�o bonita assim hoje, eu lembrei de Carolina do Chico, impossivelmente da garota de Ipanema do Tom e do Vin�cius e de Minha Gente, tamb�m do Chico. E sentada na minha cadeira de sub�rbio conversando com as mesmas vizinhas da d�cada de 60 nos arrepiamos de emo��o porque nos parecia que estavam sendo resgatados sentimentos esquecidos como o amor, a cumplicidade o companheirismo, como se um novo tempo, muito novo por ser t�o antigo, e que foi interrompido por palavras de ordem e rajadas de metralhadoras retomasse seu lugar. E pud�ssemos todos passear com nossos amores de m�os dadas pelas pra�as. Falei bem baixinho para Marly Medalha, viu amiga, n�o foi em v�o sua loucura, como disse a Tereza Cruvinel o Lula somos n�s l�!
E l� aonde, voc� me pergunta? L�!!! No sonho imposs�vel, na roda viva das opini�es, quando carcar�s devoravam nossos f�gados de sonho e diz�amos com toda a certeza do mundo: n�o acredite em ningu�m com mais de trinta anos. L�, onde ordenhamos a utopia, aleitamos nossos desejos de povo com fraternidade de flores cores e sons. L� onde a tristeza era dividida e a alegria uma promessa de igualdade. L� que pode estar come�ando ser aqui!
Escutem M�rcia Falc�o, Sergio, Ricardo, D�cio, Suely, Pimentel, Alcione (sempre c�tica ainda?) Zil�ia, Norma, escutem meus mortos e meus vivos dos idos, escutem se n�o � o Adelmo tocando um sambinha, no que o S�rvio grita pro Bum que precisa do carro dele para levar a c�ssia e muita cerveja geladinha para ouvir a Maria Alcinda e Ode a Alegria e dan�ar para descer o ano novo? E ainda tem um que me chama de dona Esther quando eu pensava ser ainda de vinte anos...
Quando o rolls roice recusou-se a carregar o peso do povo subindo a ladeira para a luz de um novo ano vi a elite cansada, aperreada, precisando n�o mais de reparos e sim de trocas, tipo uma por��o de caviar pelo sabor de sua macaxeira. E vi, n�s vimos o povo travestido de seguran�a empurrar o povo presidente para fora do fim do t�nel. Quero falar de esperan�a e estou sentindo. Quero dizer de amor. E ele penetrou nos poros da cidade concreta de Niemeyer e pingou sobre a terra de Juscelino e cantamos n�s as vizinhas sentadas no fim de tarde em nossas cadeiras de ruas, na periferia que hoje � cidade, pensando na esperan�a �como poderei viver, como poderei viver, sem a tua , sem a tua, sem a tua companhia?�
Estou dizendo de n�s. De coletivo, de plural. De boca cheia. Que saibamos todos aproveitar com zelo a nova oportunidade pois � raro voltar numa mesma gera��o alguma coisa que j� passou. Tipo cometas, alinhamentos de planetas, sonhos... e deixemos pulsar nossos suburbanos e isoneiros cora��es, plenos da sabedoria de ervas, acreditando em quem tem mais de trinta anos, pois precisamos restaurar o passado, neste exato momento em que a seiva da silva se aloja no peito do pa�s. Ave h�mus!!!
PS.: � bom notar que o discurso de posse teve menos um som pol�tico,mesmo quando pol�tico, e mais de poesia inaugurando tempos de prosa e verso.
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